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Síndrome do impacto do ombro

A sobrecarga, conhecida como overuse, é a principal causadora da síndrome

Síndrome do impacto do ombro - Disposição

Aproveitando o assunto da matéria da semana passada, hoje vamos falar sobre a síndrome do impacto do ombro.

A escápula, a clavícula e o úmero, são as estruturas ósseas que formam o ombro, constituindo o que chamamos de cintura escapular. Nesta articulação podemos destacar, como principal músculo estabilizador, o manguito rotador. Este é, na verdade, um conjunto de músculos formado pelo subescapular, supraespinhal, infraespinhal e redondo menor.

A síndrome do impacto do ombro, normalmente se desenvolve por overuse, com movimentos do braço em elevação, afetando mais frequentemente o tendão do músculo supraespinhal. Além da dor, há limitação na amplitude de movimento, podendo haver edema e alteração na bursa subacromial.  Assim, o espaço articular pode ser cada vez mais reduzido, agravando os sinais e sintomas do paciente.

A fraqueza do manguito rotador e a anatomia do acromio são também fatores que podem levar ao desenvolvimento da síndrome do impacto do ombro, sendo que em alguns casos, pode haver ruptura do tendão envolvido, necessitando de reparo cirúrgico.

Qualquer dor no ombro deve ser investigada, para que o correto diagnóstico seja feito e, com isso, encaminhado o melhor tratamento. Nos casos confirmados de síndrome do impacto do ombro, normalmente o tratamento conservador é suficiente, envolvendo analgésicos, anti inflamatórios e fisioterapia. Esta, além dos recursos para aliviar a dor, trabalha o fortalecimento específico dos músculos do manguito rotador e orienta o paciente.

Um dos recursos que podem ser utilizados no auxilio do tratamento fisioterapeutico, é o uso do Kinesio Taping. Conhecem? Fiquem antenados pois este é nosso assunto da próxima semana.

Aguardem e até lá!